MOTORISTA DA CIDADE DE ITABORAÍ AMEAÇAM PARAR E DEIXAR POPULAÇÃO SEM CONDUÇÃO

ALÉM DISSO, CRISE NO TRANSPORTE: VIAÇÃO MARAVILHA AMEAÇA FECHAR AS PORTAS E DEIXA 155 FUNCIONÁRIOS À DERIVA

Foto: reprodução


Uma crise financeira sem precedentes assola a Viação Maravilha, empresa de transporte público que há sete anos não tem reajuste nas tarifas de ônibus em Itaboraí, município situado na região metropolitana do Rio de Janeiro. A situação crítica ameaça deixar 155 funcionários desempregados, sem a perspectiva de receberem suas rescisões contratuais.

O cerne da problemática está no desrespeito ao contrato de concessão, já que a tarifa de R$ 3,75 praticada atualmente não é ajustada desde 2015, o que viola as cláusulas contratuais. Além disso, a Prefeitura acumula uma dívida alarmante de R$ 35 milhões com a Viação Maravilha desde 2012. Essa dívida refere-se ao não repasse dos valores destinados às gratuidades concedidas a estudantes e portadores de deficiências, sendo que metade dos passageiros diários se beneficia desses programas.

A falta de recursos comprometeu a capacidade da empresa em investir na manutenção e renovação da frota, refletindo diretamente na qualidade do serviço prestado à população. Como medida extrema, a Viação Maravilha viu-se obrigada a vender sete ônibus para arcar com as despesas do 13º salário dos trabalhadores, evidenciando a gravidade da situação financeira.

O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Niterói Arraial do Cabo (Sintronac), Rubens dos Santos Oliveira, alerta para a urgência de soluções para evitar o fechamento da empresa e garantir os direitos dos trabalhadores: “Não podemos deixar que isso continue. A situação é grave, a empresa já não consegue investir em manutenção e renovação da frota e, agora, ameaça fechar as portas e não pagar nem as indenizações trabalhistas de seus 155 funcionários.”

Diante desse cenário preocupante, é essencial que a Prefeitura de Itaboraí e a Viação Maravilha busquem urgentemente uma solução para regularizar as tarifas, quitar a dívida acumulada e garantir a continuidade dos serviços de transporte público. A manutenção dos empregos e o respeito aos direitos trabalhistas dos funcionários devem ser prioridades nesse processo, visando a preservação não apenas da empresa, mas também do bem-estar da comunidade atendida pelos serviços de transporte.

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