NITERÓI: FAMÍLIA ACUSA HOSPITAL AZEVEDO LIMA DE NEGLIGÊNCIA APÓS MORTE DE JOVEM MÃE

CASO OCORREU DIAS APÓS PARTO NA UNIDADE ESTADUAL E FAMÍLIA PEDE INVESTIGAÇÃO

Familiares disseram que Amanda, remava de estar sentindo-se mal, mas que a equipe médica não prestou socorro devido e não deu atenção devida a paciente que acabou morrendo - Foto: arquivo pessoal


Amanda Nóbio morreu poucos dias após dar à luz no Hospital Estadual Azevedo Lima. Familiares pedem esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte.

NITERÓI - A família de Amanda Nóbio pede investigação sobre a morte da jovem, ocorrida poucos dias depois de ela dar à luz no Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

Segundo familiares, Amanda deu entrada na unidade hospitalar no dia 3 de março, com 35 semanas de gestação. Ela passou por parto normal, e a bebê nasceu prematura.

Após o parto, a jovem começou a relatar fortes dores. De acordo com parentes, Amanda teria recebido medicamentos para aliviar os sintomas, mas não teria sido submetida a exames para identificar a causa das dores.

Ainda segundo os familiares, no dia 4 de março o estado de saúde dela teria piorado.

Relatos apontam que as queixas teriam sido inicialmente associadas a gases ou crise de ansiedade. Com o passar das horas, Amanda passou a apresentar outros sinais preocupantes, como pele amarelada e manchas roxas nas pernas.

Na noite do dia 5 de março, por volta das 19h44, Amanda morreu após episódios de vômito e desmaios.

De acordo com os familiares, a declaração de óbito aponta causa da morte como indeterminada.

A bebê, que nasceu prematura, permaneceu inicialmente no quarto com a mãe, mas posteriormente precisou ser encaminhada para a UTI neonatal após apresentar complicações.

Segundo a família, a recém-nascida sofreu uma parada cardíaca e apresentou uma infecção inicialmente apontada como de causa indeterminada, mas segue em estado estável.

Nas redes sociais, parentes e amigos iniciaram uma mobilização pedindo esclarecimentos sobre o que aconteceu com Amanda.

Em nota, familiares afirmaram que esperam respostas das autoridades.

Nossa família pede justiça. Que nenhuma outra família passe pelo que estamos passando neste momento”, disse um parente.

Até o momento, não há informações sobre a abertura de uma investigação oficial sobre o caso. A família pede ajuda da imprensa e das autoridades para que as circunstâncias da morte sejam apuradas.

Uma leitora da SpingRV Notícias, que preferiu não se identificar, relatou que este não seria um caso isolado. Segundo ela, outra mulher também teria morrido no dia 5, após voltar ao hospital passando mal, com dores intensas e vômitos, depois de ter realizado um parto na mesma unidade.

A SpingRV Notícias mantém o espaço aberto para manifestação da direção do Hospital Estadual Azevedo Lima, bem como de órgãos competentes do Governo do Estado, caso desejem se pronunciar sobre o ocorrido.

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