PIRATININGA, NITERÓI: CASO POLYANNA KETLYN COMPLETA 11 ANOS SEM RESPOSTAS
MENINA DESAPARECEU APÓS SAIR DE CASA PARA COMPRAR DOCE E FÓSFOROS EM UMA VENDA PRÓXIMA
O desaparecimento de Polyanna Ketlyn da Silva Ribeiro completa 11 anos nesta semana e segue cercado de mistério, dor e pela luta incansável de uma mãe que nunca desistiu de procurar a filha.
| Foto: divulgação | ajustes com IA |
Polyanna tinha apenas 10 anos quando desapareceu, na noite de 2 de abril de 2015, no bairro de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. Na ocasião, a menina estava em casa assistindo televisão com a família quando pediu à mãe para ir até uma pequena venda próxima comprar um doce e uma caixa de fósforos.
A distância entre a casa da família e o pequeno comércio era curta, de menos de 200 metros. A mãe entregou o dinheiro para a filha, acreditando que ela voltaria rapidamente. No entanto, a menina saiu de casa por volta das 21h15 e nunca mais foi vista.
Segundo relatos da família, o dono da venda afirmou posteriormente que Polyanna não chegou a ir até o local. Desde então, o desaparecimento se transformou em um dos casos mais conhecidos de crianças desaparecidas em Niterói.
A mãe da menina, Marcele, mantém há anos campanhas nas redes sociais e ações para manter viva a busca por informações que possam esclarecer o que aconteceu naquela noite.
O caso também acabou inspirando a criação da chamada Lei Polyanna Ketlyn, aprovada na Câmara de Niterói, que instituiu um sistema municipal de alerta para ajudar na localização de crianças e adolescentes desaparecidos.
Hoje, 11 anos após o desaparecimento, a menina que sumiu aos 10 anos teria aproximadamente 21 anos de idade. Para a família, cada aniversário e cada ano que passa representa mais uma etapa na luta por respostas.
Quem tiver qualquer informação que possa ajudar nas investigações pode entrar em contato de forma anônima.
📞 Disque-Denúncia: (21) 2253-1177
Receba notícias de Niterói, São Gonçalo e Rio de Janeiro no Google Notícias
Seguir SpingRV no Google Notícias
Compartilhar matéria