Família de Juliana Marins segue sem respostas da Emirates sobre traslado do corpo ao Brasil

Mesmo com despesas pagas, companhia aérea posterga definição de voo para repatriação de jovem morta em Bali

Foto: reprodução

A família da jovem Juliana Marins, que faleceu em Bali, na Indonésia, continua enfrentando um verdadeiro calvário. Após superar a dor da perda, os familiares agora lutam contra a falta de transparência e comprometimento da companhia aérea Emirates, que tem adiado sistematicamente a confirmação do voo que trará o corpo de Juliana de volta ao Brasil.

Apesar de todas as despesas com o traslado já terem sido pagas pela Prefeitura de Niterói, a companhia aérea, segundo relatos da família, não fornece nenhuma previsão oficial de data e horário para o transporte do corpo. “Estamos tentando confirmar o voo que trará Juliana para o Brasil, para o aeroporto do Galeão. Porém, a Emirates de Bali não quer confirmar o voo!”, publicou Mariana Marins, irmã de Juliana, em uma rede social.

A angústia da família se agrava com a falta de comunicação clara da Emirates, que, até o momento, não apresentou justificativa concreta para os sucessivos adiamentos. O caso reacende críticas à atuação da empresa em situações sensíveis. Vale lembrar que a mesma companhia esteve envolvida em outra polêmica recente, ao impedir que um cão-guia acompanhasse uma menina com necessidades especiais em um voo do Brasil para Portugal, mesmo após uma decisão judicial favorável à criança.

Enquanto aguardam por respostas, os familiares de Juliana seguem mobilizados nas redes sociais, buscando apoio da imprensa e das autoridades brasileiras para pressionar a companhia aérea a cumprir sua parte e encerrar, ao menos, essa dolorosa etapa do luto.


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