Jovem de Niterói, que está a poucos metros do precipício em um vulcão na Indonésia, aguarda resgate nas próximas horas

Niteroiense Juliana Marins está isolada na cratera do vulcão Rinjani, em Lombok, após queda durante trilha; operação de resgate é dificultada pela neblina e pelo anoitecer

Autoridades aguardam o dia raiar para tentar o resgate - Foto: Arquivo pessoal 


Brasileira que caiu em cratera de vulcão na Indonésia está há mais de 4 horas sem ser vista. Resgate deve acontecer ao amanhecer, segundo embaixada.

A brasileira Juliana Marins, moradora de Niterói, segue isolada em uma região remota do vulcão Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia, após sofrer uma queda enquanto realizava uma trilha. Representantes da Embaixada do Brasil em Jacarta informaram que há expectativa de que o resgate ocorra nas próximas horas, mas o anoitecer e as condições climáticas adversas dificultam a operação.

Juliana não é vista há cerca de quatro horas, desde que uma forte neblina encobriu a área onde ela caiu, dificultando a visualização por parte de outros turistas que a monitoravam à distância. O local é de difícil acesso, e até o início da noite na Indonésia (por volta das 19h, no horário local), as equipes de resgate ainda não haviam conseguido chegar até ela.

A jovem encontra-se em uma área extremamente perigosa, próxima à borda de um precipício na cratera do vulcão. Um dos montanhistas que a acompanhavam conseguiu chegar até Juliana antes do anoitecer e lhe ofereceu um pouco de comida. A situação, no entanto, segue crítica, e o terreno acidentado representa um alto risco.

De acordo com familiares da jovem, havia a expectativa de que a equipe de montanhistas enviada pelas autoridades locais iniciasse o resgate por volta das 9h no horário de Brasília. Contudo, a irmã de Juliana, Mariana Marins, foi informada que o deslocamento até o ponto onde a brasileira está exigirá pelo menos mais duas horas.

As autoridades indonésias afirmaram que não há possibilidade de iniciar o resgate durante a noite, devido ao risco extremo. Ainda assim, a embaixada brasileira insistiu para que a operação tenha início assim que os socorristas cheguem à área.

Foto: reprodução


A família segue em contato com as autoridades locais e com a embaixada brasileira, aguardando notícias e torcendo por uma operação de resgate segura e bem-sucedida nas próximas horas.


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