# RIO: POLÍCIA CIVIL FAZ OPERAÇÃO NO COMPLEXO DO MUQUIÇO PARA PRENDER ENVOLVIDOS NA MORTE DE INSPETOR
AÇÃO REÚNE EQUIPES ESPECIALIZADAS PARA LOCALIZAR SUSPEITOS DO ATAQUE QUE MATOU AGENTE DA DHBF NA AVENIDA BRASIL
A Polícia Civil realiza, nesta segunda-feira (20), uma operação no Complexo do Muquiço, na Zona Norte do Rio, para localizar os criminosos envolvidos na emboscada que matou o inspetor Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos.
| Foto: reprodução |
Rio de Janeiro – Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), com apoio de todas as unidades do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), deflagraram uma operação na manhã desta segunda-feira (20) no Complexo do Muquiço, em Marechal Hermes, Zona Norte da capital.
O objetivo da ação é localizar e prender os responsáveis pelo ataque contra uma equipe da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), ocorrido no último dia 8 de julho, além de verificar informações de inteligência que possam contribuir para o avanço das investigações.
Segundo a Polícia Civil, o atentado aconteceu quando quatro policiais seguiam em uma viatura descaracterizada para uma missão de reconhecimento relacionada ao cumprimento de um mandado judicial. Ao chegarem nas proximidades do Complexo do Muquiço, na altura da Avenida Brasil, os agentes foram surpreendidos por criminosos armados, que abriram fogo contra o veículo.
Durante a emboscada, o inspetor Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, foi atingido na cabeça. Mesmo ferido, ele ainda conseguiu conduzir a viatura até encontrar apoio de outras equipes, mas não resistiu aos ferimentos após ser levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Uma policial civil também foi baleada na perna, passou por cirurgia e já recebeu alta médica.
As investigações apontam que os agentes realizavam uma ação de inteligência quando foram atacados. Desde o crime, a Polícia Civil vem reunindo informações para identificar todos os envolvidos na emboscada. A corporação informou que os ataques contra seus agentes representam uma afronta ao Estado e afirmou que todos os responsáveis serão identificados e responsabilizados.
Logo após o atentado, uma grande operação foi realizada na comunidade, resultando na prisão de quatro suspeitos. A ofensiva desta segunda-feira busca aprofundar as investigações e capturar outros criminosos apontados como participantes ou mandantes do ataque.
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