SÃO GONÇALO: CRIMINOSO ESTÁ SE PASSANDO POR DEPUTADO ESTADUAL PARA APLICAR GOLPES
PESSOAS RECEBERAM PROMESSA DE R$ 100, PASSAGENS, CAFÉ DA MANHÃ E CHURRASCO, MAS A EQUIPE DO PROFESSOR JOSEMAR NEGOU QUALQUER RELAÇÃO COM A PROPOSTA
Uma suposta oferta de trabalho eleitoral utilizando o nome e a identidade visual da campanha do deputado estadual Prof. Josemar (PSOL) levou ao registro de uma ocorrência na 73ª DP, em Neves, São Gonçalo.
São Gonçalo — Uma suposta oferta de trabalho eleitoral, que prometia pagamento de R$ 100, além de café da manhã, passagens de ida e volta, camiseta e participação em um churrasco, terminou na delegacia após utilizar, sem autorização, o nome e a identidade visual da campanha do deputado estadual Prof. Josemar (PSOL).
De acordo com os relatos apresentados pelo parlamentar, as mensagens eram enviadas por meio do número (21) 96765-4328. Além das promessas feitas aos interessados, os responsáveis pelas mensagens solicitavam cópias de documentos pessoais.
Quatro pessoas que receberam a suposta proposta foram orientadas a comparecer às 7h em frente à Prefeitura de São Gonçalo, onde começariam o alegado trabalho. No entanto, ao chegarem ao local, não encontraram ninguém.
Diante da situação, elas procuraram o comitê do deputado para pedir esclarecimentos e descobriram que a oferta não havia partido da equipe de campanha.
Segundo Prof. Josemar, o número utilizado não possui qualquer relação com seus canais oficiais.
“Esse é um número desconhecido, sem nenhuma ligação com a nossa campanha. Quero dizer também que essa não é a nossa prática”, afirmou o deputado.
O parlamentar disse ainda que, até o momento, não é possível determinar se o caso teve alguma motivação política ou se representa uma tentativa de golpe utilizando sua imagem e o nome de sua campanha.
Após tomar conhecimento da situação, Prof. Josemar procurou a 73ª DP (Neves), onde registrou a ocorrência.
Nas redes sociais, o deputado alertou a população sobre o uso indevido de seu nome e pediu que as informações fossem compartilhadas para evitar que outras pessoas sejam abordadas e acabem fornecendo documentos ou dados pessoais aos responsáveis pelas mensagens.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.
Receba notícias de Niterói, São Gonçalo e Rio de Janeiro no Google Notícias
Seguir SpingRV no Google Notícias