HOMEM É PRESO POR ESTUPRO E CÁRCERE PRIVADO DE ADOLESCENTE DE 14 ANOS NO RIO; OUTRA VITÍMA SE APRESENTOU DIZENDO QUE TAMBÉM FOI ABUSADA
Após saber da prisão, mulher procurou a delegacia e apresentou o boletim de ocorrência registrado na época em que afirma ter sido abusada pelo mesmo homem
Caso ganhou novo capítulo após uma mulher apresentar, ao vivo em uma emissora de TV, um boletim de ocorrência registrado há cerca de 20 anos contra o suspeito.
Um homem foi preso em flagrante no Rio de Janeiro, acusado de estuprar e manter em cárcere privado uma adolescente de 14 anos. O caso ganhou um novo capítulo depois que outra mulher procurou a delegacia e afirmou ter sido vítima do mesmo homem há aproximadamente 20 anos.
A mulher não apenas relatou o episódio às autoridades. Ela também apresentou o boletim de ocorrência registrado na época dos fatos, documento que foi mostrado por ela durante uma entrevista ao vivo em uma emissora de televisão.
A existência do registro policial feito há cerca de duas décadas dá ao relato uma importante referência documental, já que a denúncia havia sido formalizada junto às autoridades ainda naquele período.
MULHER PROCUROU A POLÍCIA APÓS SABER DA PRISÃO
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a mulher decidiu procurar a delegacia depois de tomar conhecimento da prisão do homem e reconhecer no suspeito a pessoa que, segundo seu relato, teria cometido o abuso contra ela no passado.
Ao participar de uma transmissão de televisão, ela mostrou o boletim de ocorrência antigo, reforçando que a denúncia não surgiu apenas agora.
O documento deverá ser considerado pelas autoridades dentro da apuração, que poderá verificar as circunstâncias do episódio registrado há aproximadamente 20 anos e sua eventual relação com o caso atual.
ADOLESCENTE DE 14 ANOS
O homem foi preso em flagrante após ser acusado de estuprar e manter em cárcere privado uma adolescente de 14 anos.
O caso aconteceu na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e mobilizou a Polícia Civil após a denúncia envolvendo a adolescente.
A prisão ocorreu diante das circunstâncias apresentadas às autoridades. O suspeito deverá responder pelos crimes investigados e permanece à disposição da Justiça.
UM REGISTRO FEITO HÁ DUAS DÉCADAS
O surgimento da segunda denúncia chama atenção principalmente pela existência de um registro policial realizado na época em que o suposto abuso ocorreu.
A mulher afirma que procurou as autoridades há cerca de 20 anos e que o boletim de ocorrência apresentado agora comprova que o episódio já havia sido formalmente denunciado naquele período.
O documento, entretanto, deve ser diferenciado de uma decisão judicial: um boletim de ocorrência comprova a existência e o registro formal da denúncia, enquanto a apuração da responsabilidade criminal cabe às autoridades e à Justiça.
Com o novo relato, a Polícia Civil poderá analisar os documentos apresentados e verificar se existem outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.
O caso atual e a denúncia relacionada ao episódio de duas décadas atrás deverão ser tratados pelas autoridades responsáveis pelas respectivas investigações.
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