MARIANA QUEIROZ COMPLETA UMA SEMANA DESAPARECIDA EM NOVA IGUAÇU E POLÍCIA APURA CONTRADIÇÕES
Menina de 10 anos desapareceu no dia 1º de outubro; mãe e marido permanecem detidos, enquanto novas buscas foram realizadas nesta terça-feira
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| Foto: reprodução |
O desaparecimento de Mariana Queiroz, de 10 anos, completa sete dias nesta quarta-feira (7), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A menina desapareceu na quinta-feira (1º), quando, segundo relatos dos próprios familiares, teria saído de casa para ir à escola e não foi mais vista.
Desde então, familiares, moradores da região, policiais e equipes do Corpo de Bombeiros vêm participando de buscas na tentativa de localizar a menina e descobrir o que aconteceu.
Nesta terça-feira (6), novas buscas foram realizadas na região. Policiais, bombeiros e moradores voltaram a percorrer diferentes áreas em busca de pistas que possam levar ao paradeiro de Mariana.
POLÍCIA APURA CONTRADIÇÕES NOS DEPOIMENTOS
Enquanto as buscas continuam, a investigação passou a concentrar atenção nos depoimentos dos familiares.
Segundo informações apuradas, a polícia encontrou várias contradições nas versões apresentadas pela mãe e pelo pai da menina. Os tios de Mariana também estiveram na delegacia nesta terça-feira para prestar depoimento.
Os investigadores tentam agora cruzar os diferentes relatos e reconstruir os últimos momentos antes do desaparecimento da criança.
A polícia busca entender o que aconteceu desde o momento em que Mariana saiu de casa e quem poderia ter tido contato com a menina depois disso.
MÃE E MARIDO ESTÃO DETIDOS
A mãe de Mariana e o marido permanecem detidos na delegacia enquanto as investigações avançam.
Na quarta-feira (5), a mãe teria colocado fogo na residência da família justamente quando seria realizada uma perícia no imóvel.
O incêndio passou a fazer parte das investigações. A polícia tenta esclarecer as circunstâncias do fogo e verificar se o episódio pode ter relação com o desaparecimento de Mariana ou com possíveis vestígios que poderiam ajudar a esclarecer o caso.
A situação aumentou ainda mais a atenção dos investigadores sobre os acontecimentos envolvendo a família.
POLÍCIA TRABALHA COM A HIPÓTESE DE MORTE
Diante das contradições encontradas nos depoimentos e dos elementos reunidos durante a investigação, a polícia já trabalha com a hipótese de que Mariana possa estar morta.
Até o momento, porém, o corpo da menina não foi localizado.
A investigação tenta agora encaixar as peças de um complicado quebra-cabeça para descobrir o que realmente aconteceu com a criança.
Entre as principais perguntas estão o que aconteceu depois que Mariana saiu de casa, quem esteve com ela, por que existem divergências nos depoimentos dos familiares e qual seria a relação do incêndio ocorrido na residência com o desaparecimento.
As buscas continuam nesta quarta-feira, quando o desaparecimento completa uma semana.
A polícia segue ouvindo familiares e testemunhas e realizando diligências até que Mariana seja encontrada ou que os investigadores consigam esclarecer definitivamente o que aconteceu com a menina.
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