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MANCHETE SPINGRV

POLÍCIA CIVIL INVESTIGA MORTE DE FILHA DE MAJOR DA PM QUE DEU ENTRADA NA UPA DA ZONA OESTE COM SINAIS DE ESPANCAMENTO

Caso envolve filha de major da PM e está sob apuração da Delegacia de Homicídios da Capital Foto: arquivo pessoal A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira , de 22 anos, que deu entrada já sem vida em uma unidade de saúde na Zona Oeste da capital. A jovem apresentava sinais de espancamento , segundo as primeiras informações apuradas pelas autoridades. De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas no último domingo (4) após a chegada da vítima à UPA do Jardim Novo , em Realengo. No local, os agentes confirmaram o óbito e identificaram que Naysa era filha do major Neyfson Borges , policial lotado no Comando de Polícia Ambiental (CPAm) . O caso passou a ser acompanhado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) , que realiza diligências para esclarecer as circunstâncias da morte. Agentes buscam testemunhas e analisam informações que possam indicar como a jovem sofreu as agressões e em que contexto elas ocorreram. Nas redes...

NOTA DE ESCLARECIMENTO - SOBRE TEMPO DE SEPULTAMENTO NO CEMITÉRIO MARUÍ

ERRATA

NOTA DE ESCLARECIMENTO - SOBRE TEMPO DE SEPULTAMENTO NO CEMITÉRIO MARUÍ 



 A SpingRV, publicou 2 matérias onde denunciamos diversas situações calamitosas que vem ocorrendo nos cemitérios da cidade de Niterói, e em especial no cemitério Maruí. Em duas de nossas matérias, publicamos que a prefeitura de Niterói, e o legislativo haviam aprovado em lei, a redução do tempo de sepultamento dos corpos nos cemitérios da cidade. 

O vereador, Douglas Gomes, do PL, entrou em contato com a SpingRV, e colocou que não houve mudança na lei e nenhuma votação para aprovação da redução do tempo de sepultamento dos corpos nos cemitérios municipais de Niterói. 

De forma sucinta, o vereador Douglas Gomes, disse que o documento apresentado pela SpingRV, em nossas matérias tratava -se de um decreto do prefeito, e que tal proposta não havia passado pelo legislativo, e que se houvesse passado, ele votaria contra.  

Então, em caráter de correção, pedimos desculpas pelo nosso erro, mas ressaltamos que, há ainda determinas perguntas que devem ser respondidas pela administração atual, tais como: Porque as capelas só podem ser usadas por 2 horas? Por que não pode ser mais realizados velórios na parte da noite?

Porque o familiar precisa pedir autorização, para fazer reforma nas sepulturas, nichos e gavetas perpétuos, pois os mesmos pertencem aos familiares? 

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