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MANCHETE SPINGRV

FEMINICÍDIO EM ENGENHO DE DENTRO: MULHER É MORTA A FACADAS AO IR PARA O TRABALHO

Crime ocorreu na Zona Norte do Rio; ex-namorado foi baleado por policial aposentado e segue preso sob custódia  Marcelly Lorrayne da Silva Passos, 28 anos, foi esfaqueada pelo ex-companheiro. Foto: reprodução Mulher de 28 anos foi assassinada a facadas na manhã desta quarta-feira, no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio. O ex-companheiro é o principal suspeito e foi detido após ser baleado. Uma mulher de 28 anos foi vítima de feminicídio na manhã desta quarta-feira (data), no bairro do Engenho de Dentro , Zona Norte do Rio de Janeiro. Marcelly Lorrayne da Silva Passos foi atacada a facadas na Rua José dos Reis quando seguia para o trabalho, em Campo Grande , na Zona Oeste, e morreu ainda no local. O principal suspeito do crime é o ex-namorado da vítima, Cristiano Arantes dos Santos , de 43 anos. Ele foi flagrado no momento do ataque por um policial civil aposentado , que interveio e atirou contra o agressor. O criminoso foi socorrido, levado ao Hospital Municipal Salgado Filho...

ENGENHOCA: LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS PROTESTAM CONTRA EMPRESA BRASÍLIA

Moradores denunciam ônibus sucateados, atrasos e retirada de veículos noturnos

Lideranças Comunitárias na frente da garagem da Brasília | Foto: reprodução / internet 

Neste sábado (1º), lideranças comunitárias e moradores da Engenhoca realizaram uma manifestação em frente à garagem da empresa de ônibus Brasília. O protesto foi motivado pelas más condições dos veículos, horários reduzidos e a retirada dos ônibus noturnos, conhecidos como "ônibus sereno".

Os passageiros que dependem das linhas 61, 67 e 41 enfrentam dificuldades diárias, como atrasos de até 40 minutos, principalmente nos fins de semana, além de veículos sucateados e sem ar-condicionado funcionando.

Na linha 61, a principal reclamação é a superlotação. Já na linha 67, que atende os bairros Tenente Jardim, Morro do Castro, Cova da Onça e Baldeador, os usuários enfrentam problemas com ônibus sem ar-condicionado, longos intervalos entre as viagens e a ausência de ônibus noturnos. Quem depende das linhas 67 e 41 após as 23h30 pode ter que esperar mais de uma hora ou até mesmo não encontrar mais veículos circulando.

A retirada dos ônibus serenos, tanto pela empresa Brasília quanto pela Ingá, ocorreu com base em um decreto da Prefeitura de Niterói, assinado pelo prefeito Axel Grael durante a pandemia. No entanto, mesmo após o fim da crise sanitária, as empresas não retomaram os ônibus noturnos, afetando milhares de passageiros.

Diante da falta de respostas, as lideranças comunitárias ameaçam bloquear a circulação dos ônibus da Brasília por 24 horas nas comunidades onde a empresa detém o monopólio, caso nenhuma providência seja tomada.

Durante o protesto deste sábado, nenhum representante da empresa Brasília compareceu à garagem para dialogar com os manifestantes.

No bairro Tenente Jardim, a empresa opera desde a década de 1980, quando adquiriu a antiga Expresso Tenente Jardim. No entanto, moradores afirmam que o monopólio do transporte na região já dura mais de 50 anos.


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