SÃO GONÇALO: SUSPEITO DE MATAR COMERCIANTE DE 75 ANOS DURANTE ASSALTO É PRESO EM ICARAÍ
Homem tinha mandado de prisão temporária por latrocínio e foi localizado pela polícia em Niterói
Um homem investigado pela morte do comerciante Severino José da Silva, de 75 anos, foi preso em Icaraí, em Niterói, por suspeita de participação no latrocínio ocorrido em um bar no bairro Nova Cidade, em São Gonçalo.
A prisão aconteceu na última sexta-feira (2), mas foi divulgada pela Polícia Civil nesta segunda-feira (5). Contra o suspeito havia um mandado de prisão temporária por latrocínio, crime caracterizado pelo roubo seguido de morte.
Comerciante tentou fechar a porta do bar
O crime aconteceu na madrugada de 19 de setembro, na Rua Mário Daflon. Segundo as investigações, quatro homens, distribuídos em duas motocicletas, estariam circulando por São Gonçalo e praticando roubos.
Ao perceber a aproximação dos criminosos, Severino tentou fechar a porta de ferro do estabelecimento. Um dos homens teria efetuado um disparo contra a entrada do bar, atingindo o comerciante.
O idoso não resistiu aos ferimentos e morreu dentro do estabelecimento. Equipes do Corpo de Bombeiros chegaram a ser acionadas, mas encontraram a vítima já sem vida. Câmeras de segurança registraram a ação.
Grupo teria cometido outro assalto minutos antes
As investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) apontaram que o grupo investigado teria cometido outro assalto a um estabelecimento comercial poucos minutos antes do ataque que terminou com a morte de Severino.
A polícia identificou quatro homens que estariam envolvidos na sequência de roubos naquela madrugada.
Suspeito foi localizado em Niterói
O investigado foi localizado em Icaraí, na Zona Sul de Niterói, após um trabalho de monitoramento e levantamento de informações de inteligência.
A operação contou com apoio do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) e do setor de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Após a prisão, o homem foi levado para a sede da DHNSG e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
As investigações continuam para esclarecer a participação de outros envolvidos no crime.
A prisão é temporária e o investigado é tratado como suspeito até o julgamento definitivo do caso.
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