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POLICIA BUSCA INFORMAÇÕES QUE LEVEM A PRISÃO DOS MARGINAIS QUE MATARAM PM APÓS TENTATIVA DE ASSALTO EM DUQUE DE CAXIAS

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Disque Denúncia divulga cartaz “Quem Matou?” para identificar envolvidos na morte do policial Foto: divulgação Policial de 37 anos reagiu a assalto, foi baleado e morreu no hospital; crime ocorreu em Parada Morabi, na Baixada Fluminense. O Disque Denúncia divulgou neste domingo (18) um cartaz com o título “Quem Matou?” para auxiliar nas investigações sobre a morte do 3º sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Bruno Dantas de Sousa , de 37 anos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) . O policial foi morto na noite de sexta-feira (16), após reagir a uma tentativa de assalto no bairro Parada Morabi , 3º distrito de Duque de Caxias , na Baixada Fluminense. Segundo informações da polícia, o sargento estava de folga no momento do crime. Durante a ação criminosa, Bruno Dantas de Sousa foi atingido por múltiplos disparos de arma de fogo . Ele chegou a ser socorrido por populares e levado ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes ...

Escândalo de desaparecimento de corpos em São Gonçalo: Ministerio publico apreendeu o livro de registros do cemitério São Miguel

Ministério Público investiga sumiço de cadáveres em São Gonçalo e expõe negligência da gestão municipal

Foto: reprodução

O desaparecimento de cadáveres em cemitérios de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, pode estar no centro do maior escândalo funerário da história do Brasil. O Ministério Público intensificou as investigações sobre o caso, que teve início com o sumiço do corpo de uma idosa no Cemitério São Miguel, e que agora já mobiliza dezenas de famílias da cidade que denunciam o desaparecimento de restos mortais de parentes.

O caso foi revelado há poucos meses, quando Gilbert Tavares, morador do município, notou sinais de violação no túmulo da mãe. Ao exigir a abertura do jazigo, descobriu o impensável: o corpo havia desaparecido. A denúncia ganhou força quando novas famílias começaram a relatar o mesmo tipo de crime em diferentes áreas do cemitério.

Desde então, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro assumiu a linha de frente das investigações. Ontem, uma nova etapa da apuração resultou na apreensão do livro de registros do Cemitério São Miguel, documento que pode revelar as movimentações internas dos últimos anos e ajudar a identificar os responsáveis por essa violação sistemática da dignidade dos mortos.

O avanço da Promotoria ocorre em meio ao silêncio da Prefeitura de São Gonçalo, que evita dar explicações públicas sobre o caso. Ainda em abril, o líder do governo na Câmara Municipal tentou abafar o escândalo ao afirmar que uma sindicância resolveria a questão em sete dias. Dois meses se passaram e nenhuma conclusão foi apresentada. Em junho, o mesmo vereador admitiu, em plenário, que o caso é "catastrófico", e que já havia notícia de centenas de corpos extraviados.

A revolta entre os moradores é crescente. Para muitas famílias, o luto foi interrompido por uma nova dor: a incerteza sobre o destino dos restos mortais de seus entes queridos. Sem explicações, cresce o temor de que haja uma rede de ilegalidades operando dentro do sistema funerário da cidade, com indícios de remoções não autorizadas, desaparecimento de ossadas e possível envolvimento de funcionários públicos ou empresas terceirizadas.

O escândalo coloca São Gonçalo no centro de um dos episódios mais graves já registrados no país envolvendo cemitérios públicos. Ao contrário de casos anteriores, registrados em cidades como São Paulo ou Recife, onde houve denúncias de exumação irregular ou aluguel clandestino de jazigos, em São Gonçalo o desaparecimento completo dos corpos está no cerne da crise.

Diante da gravidade dos fatos, o Ministério Público alerta que os desdobramentos podem alcançar outras unidades funerárias do município. A população está sendo orientada a vistoriar os túmulos e procurar o MP caso identifique qualquer anormalidade.

Enquanto a apuração avança, a omissão do poder público municipal gera indignação e reforça a urgência de uma resposta institucional à altura do drama vivido por centenas de gonçalenses. O que está em jogo não é apenas a gestão dos cemitérios, mas o respeito à memória dos mortos e o direito das famílias ao luto digno.

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